quinta-feira, 26 de abril de 2012

a. M. o. r


Gosto de escrever assuntos do dia-a-dia, desde detalhes que chamam atenção aos sentimentos mais marcantes, de bater papo, desabafar, compartilhar o que acontece com todo mundo. Mas se quiserem que eu fale mesmo sobre mim, que exponha a parte mais gritante do meu eu, vou falar - mais uma vez - sobre o meu infinito amor.

Há poucos dias terminei de ler um livro que conseguiu arrebatar o meu coração. Li numa fase de sensibilidade extrema, saudade aguda e choro fácil. Bom, e aí quando eu nem tinha mais lágrimas para derramar, chorei por dentro de uma forma que não me lembro ter acontecido antes. 

Amor de verdade não tem fim, não importa o que aconteça, sempre soube, mas o livro dá a paz da comprovação. O maior de todos os meus amores, de vez em quando me coloca em silêncio, com necessidade de estar só, me põe a chorar, a recordar, refletir... E passada essa fase, uma Flávia mais forte e sábia desperta em mim, é SEMPRE assim. Ficaria dias aqui me perdendo nas palavras, mas o que gostaria mesmo de dizer é: todo amor vale a pena, ainda que - por algum tempo - a morte distancie corações.


PS: O livro é "De coração para coração" do Waldo Vieira.