terça-feira, 26 de abril de 2011

Sobre a vida alheia


Sempre ouço alguém dizer sobre aproveitar a vida, músicas dizem "leve a vida leve", "a vida é muito boa", dentre tantas outras frases bonitinhas que tantos usam. Mas por quê a maioria não aplica o que tanto fala em sua própria vida? Tenho total consciência do que de fato pode fazer a diferença em minha vida, sei o que pode somar e o tanto de coisas que podem abstrair. Mas não é por isso que me torno imune ao erro, ou deixo de me enganar, ou até passar dos limites. Aliás, quem nunca passou?

Este post não é uma confissão de pecados - até porque acredito que esteja claro que não sou Deus, portanto peco sempre -, mas um desabafo em relação aos julgamentos que vejo, enquanto a "vida boa" poderia estar sendo aproveitada. Eu inclusive, já cansei de perder tempo com coisas do tipo, mesmo que sem maldade. Acho que passou da hora de - todos nós, de um modo geral - deixarmos detalhes, erros, acertos, perdas e vitórias alheias de lado e olharmos um pouco mais para nossa vida, no sentido de reconhecer nossos próprios erros. Ninguém está livre de nada, eis uma verdade absoluta. Assim como aquela outra verdade que diz que colhemos o que plantamos, que o mundo gira e blá blá blá.

Você toparia trocar a sua hipocrisia e egoísmo por respeito e compreensão? Estou topando hein?! Acho que vai dar certo!

terça-feira, 19 de abril de 2011

Aos bons amigos


Essa semana foi comemorado o dia do amigo e eu só soube, quando o dia estava no fim. Bem, acho que os meus amigos nem se deram conta, pois não recebi nenhuma mensagem ou ligação falando sobre isso. Mas do que importa? Palavras têm o poder de simplesmente dizer, enquanto atitudes provam. Parece frase feita - e é mesmo, rs - mas não deixa ser real.

 Cada amigo, do seu jeitinho, me prova o valor de uma amizade sincera - e por que não "saudível"? hahaha! - Eu diria que parece fácil ser meu amigo... Faço graça direto, imito vozes toscas, digo que amo, beijo, abraço e danço junto. Pareço legal! Mas sou ciumenta, quase sempre acho que tenho razão e para completar, às vezes sumo. Meus amigos devem me xingar muito por isso, mas não desistem de mim... Sempre me recebem com sorrisos e um "E aí, gata!" ou um "Fala, Scáfura!". E é isso que me faz mais feliz, que me torna a bobona que faz graça, mas que principalmente me dá força em todos os momentos dessa minha nada mole vida.

Não vou citar nomes, pois tenho certeza que todos os - verdadeiros - amigos saberão que estão sendo lembrados agora. Eu amo cada um de vocês! E não tem essa de dia do amigo não, nosso dia são todos os dias do ano, pois em todos eles, eu me lembro que posso contar com vocês! Contem comigo também! E saibam que por mais que eu suma vez ou outra, não deixei de me preocupar, me importar e principalmente amá-los.


"Eu estarei lá por vocês!"





segunda-feira, 11 de abril de 2011

Sobre o orgulho



Tenho muito e ao mesmo tempo, quase nada.  Quando falo em orgulho, a primeira coisa que penso é minha família, especialmente meu pai e minha mãe. Amo infinitamente, admiro, sinto honra, privilégio, alegria. Está estampado na minha cara, nas minhas atitudes, palavras, etc. Não considero ser diferente disso, é impossível.

Me pergunto até que ponto um orgulho que não esteja acompanhado de admiração é bom. Ou melhor, será que é bom em algum aspecto? Falo agora do orgulho que se relaciona à arrogância, prepotência, que não permite o uso de valores importantes como  o perdão, humildade, compreensão, etc. Muitos ligam esse tipo de orgulho ao amor próprio, mas eu sinceramente discordo. Eu me amo e justamente por isso, não me permito alimentar o que não  acrescenta.

Sou muito de momento, não sei disfarçar sentimentos e não acho justo esconder minha opinião, daí falo mesmo e faço o que tenho vontade de fazer no momento. Muitas vezes me arrependo, então peço desculpa numa boa, com humildade. Pra que usar de orgulho nesse momento? Me ajudaria em que? É desnecessário, em meu ponto de vista. Do mesmo modo, não uso de orgulho quando me pedem desculpa, orgulho eu tenho é da minha educação e do meu coração! Posso perdoar, mesmo que ainda esteja doendo, esqueço brigas, aceitando inclusive ser chamada de boba, porque eu não sei ser outra pessoa, além de Flávia.