terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Saudade é o nome

Podem me ver como for, onde for, com quem for, eu serei aquela mesma Flávia que ri, abraça, dá a mão, chora fácil, esbarra em quase tudo, observa e que por dentro, explode de saudade. Podem me definir como for, mas a verdade é uma só: eu sou só saudade. E não me vejo diferente disso no futuro. Essa deve ser a minha cruz...

Longe de mim parecer triste, dramática ou deprimida. A razão da minha saudade, jamais me permitiu ser baixo astral. Quem me conhece, conhece também a minha alegria. Mas a minha saudade, só eu conheço. E sinto todo dia, toda hora... Sinto quando acordo e não vejo ninguém, sinto na hora do almoço quando não tem barulho de panela, nem cheiro de comida ficando pronta, sinto quando tô insegura, sinto quando tô lá na praia e me bate aquela vontade de ligar pra casa... Eu queria ligar ouvir aquele "alô", aquela voz que há muito tempo eu não ouço...

Hoje, agora, nesse segundo, eu tô assim, querendo de qualquer jeito ver a minha adorada, que me faz sentir tanta saudade, tanto amor, tanta vontade de ser simplesmente olhada... Mãe.

3 comentários:

  1. Mas é assim mesmo, quando somos adolescentes (meu caso) esperamos tanto por voar por nossas próprias asas, sair de casa, ter nossas próprias conquistas como casa, carro, trabalho. E depois é inevitável a saudade dos pais, mesmo se brigassem feito gato e rato. Só damos valor quando perdemos :/
    O amor de mãe é o maior amor do mundo.

    http://nexosereflexos.blogspot.com/

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  2. olaaaa mtu lindo seu blog
    seguindo vc!
    ,e segue tbm?
    beijos
    http://stilo-pink.blogspot.com/

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